Começo a achar que assim como Rachel de Queiroz, gente não é pra mim. Se parar para pensar, ficará confuso, mas caso aceite meu energúmeno convite acreditará no que digo. Relações sociais são as coisas mais estúpidas e porcas.
Tudo isso só porque nasceram com a necessidade de não se sentirem sozinhos. Egoístas. Choram sempre que alguém morre, sorriem sempre que lhes é conveniente. Conveniência, esta merda de palavra poderia facilmente ser incluída na taxonomia, substituindo: humanidade. A palavra "humanidade" também, assim como eu, já se perdeu. Humanidade não significa mais "humanidade", isto significa: amontoado preparável para reciclagem.
Ou lavagem. Ser do nordeste, assim como, novamente, Rachel de Queiroz, me faz "mais próxima da natureza". E por "lavagem" lembro dos porcos, que quando não se tornam sua janta suja e cheirosa, estão se alimentando na inocência, com isto. Acho suínos menos porcos que humanos.
Humanos.
Sei que deveria amar ser humana, mas não amo. Tenho nojo, vejo centenas de motivos para ter nojo. 3600x ao dia. Fico impressionada. Amo o corpo humano; ele é lindo, incrível, tudo nele é fascinante. Me surpreende esta dádiva optar por fazer o que faz. Sapiens sapiens, sapiência
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